Acho que, de vez em quando, você quer conversar sobre algumas dúvidas vivenciadas diante da Língua Portuguesa, mas não tem com quem, não é mesmo?
Então pensei, por que não abrir um espaço para dialogarmos sobre este nosso idioma tão cheio de perguntas interessantes e de tão poucas respostas satisfatórias? Eis, agora, o nosso terreno virtual de diálogos gramaticais, para juntos expormos algumas considerações e percepções sobre a Gramática do 3° idioma mais falado no mundo ocidental, com uma estrutura sintática ampla e uma morfologia minuciosa, com a semântica das mais diversificadas e ortografia e fonética comprometedoras, tanto para quem escreve quanto para quem lê e ouve seus primores vocabulares.
Vamos combinar assim: Você lê as nossas provocações gramaticais e questiona, acrescenta, duvida, rebate e contribui para que nosso DIÁLOGO GRAMATICAL seja proveitoso para todos, combinado?
Vou começar, perguntando QUE TIPO DE SUJEITO HÁ NESTA ORAÇÃO:
"Chega de conversa!"
Talvez você pense até que não haja sujeito nessa oração, mas há. O sujeito está implícito na desinência/terminação do verbo, pressupondo o pronome pessoal (tu), pois a flexão verbal denuncia o modo imperativo na 2ª pessoa do singular. Assim, é como que dissesse: "Chega ou para tu de conversa(r)!"
Assim, pela NGB, Nomenclatura Gramatical Brasileira, devemos denominar essa situação sintática ou antigo sujeito "oculto" de modo atualizado.
Assim, pela NGB, Nomenclatura Gramatical Brasileira, devemos denominar essa situação sintática ou antigo sujeito "oculto" de modo atualizado.
O sujeito é simples desinencial.
E aí, você concorda ou não? O que tem a dizer sobre esse comentário e qual é ainda a sua dúvida sobre sujeito na oração?
O DIÁLOGO GRAMATICAL ESTÁ ABERTO!
