domingo, 23 de maio de 2010

O que pretendemos com o DIÁLOGO GRAMATICAL?

Acho que, de vez em quando, você quer conversar sobre algumas dúvidas vivenciadas diante da Língua Portuguesa, mas não tem com quem, não é mesmo?
Então pensei, por que não abrir um espaço para dialogarmos sobre este nosso idioma tão cheio de perguntas interessantes e de tão poucas respostas satisfatórias? Eis, agora, o nosso terreno virtual de diálogos gramaticais, para juntos expormos algumas considerações e percepções sobre a Gramática do 3° idioma mais falado no mundo ocidental, com uma estrutura sintática ampla e uma morfologia minuciosa, com a semântica das mais diversificadas e ortografia e fonética comprometedoras, tanto para quem escreve quanto para quem lê e ouve seus primores vocabulares.
Vamos combinar assim: Você lê as nossas provocações gramaticais e questiona, acrescenta, duvida, rebate e contribui para que nosso DIÁLOGO GRAMATICAL seja proveitoso para todos, combinado?
Vou começar, perguntando QUE TIPO DE SUJEITO HÁ NESTA ORAÇÃO:
"Chega de conversa!"
Talvez você pense até que não haja sujeito nessa oração, mas há. O sujeito está implícito na desinência/terminação do verbo, pressupondo o pronome pessoal (tu), pois a flexão verbal denuncia o modo imperativo na 2ª pessoa do singular. Assim, é como que dissesse: "Chega ou para tu de conversa(r)!"
Assim, pela NGB, Nomenclatura Gramatical Brasileira, devemos denominar essa situação sintática ou antigo sujeito "oculto" de modo atualizado.
O sujeito é simples desinencial.
E aí, você concorda ou não? O que tem a dizer sobre esse comentário e qual é ainda a sua dúvida sobre sujeito na oração?
O DIÁLOGO GRAMATICAL ESTÁ ABERTO!